Julho 2015 | Bang Bang Escrevi

Resenha | Terra Formars, Sasuga e Tachibana; JBC

23 de jul de 2015
Fellas! O que é esse mangá?
Estou empolgado com esse título desde que saiu o Preview com o primeiro capítulo. O mangá com história de Yu Sasuga e Arte por Ken-Ichi Tachibana, publicado pela nossa querida JBC, segue os passos de Shokichi Komachi, tripulante da espaçonave BUGS-2, com destino à Marte!
Komachi, no detalhe.
O enredo nos apresenta um Planeta Terra no ano de 2599, a agência U-NASA, preocupados com a superpopulação mundial, enviou para Marte algas e baratas, quinhentos anos atrás, para criarem uma espécie de efeito estufa no planeta vermelho, para derreter o dióxido de carbono que havia congelado em sua superfície, criando assim condições favoráveis de vida.

Os 15 astronautas, de diferentes nacionalidades, que estão na BUGS-2 são encarregados de limpar a superfície de Marte, ou seja, exterminar as baratas. Mas nem tudo são flores e muitas surpresas estavam aguardando por eles no planeta vermelho. Até aqui o que mais me surpreendeu no mangá é que ele tem aquela storytelling clichê de filmes espacias como Tropas Estelares, que o grupo se mostra tranquilo e debochado quanto a missão, sem se preocupar com as reais ameaças que vão enfrentar, até que ao desembarcarem o jogo vira e agora eles têm que superar as dificuldades. Em meio a essa nova abordagem em Terra Formars os personagens crescem exponencialmente, e fica lindo.

Outro quê de ficção científica latente no mangá é o fato deles explicarem as coisas cientificamente, como apontado acima no derretimento do dióxido, como também na apresentação das habilidades de cada personagem, pois cada um deles passou por um procedimento cirúrgico que enxertou DNA de outros seres vivos em seus corpos, especialmente nessa parte é possível deslumbrar de uma aula de biologia. Isso é quase um spoiler, mas não consegui me conter.

Além de termos a trama espacial, a ficção científica gritando a torto e à direita, uma dose especial de drama, ainda temos a problemática de questões globais, muito parecidas com os cenários de uma corrida armamentista do período da Guerra Fria, já que os tripulantes são de diferentes nacionalidades e seus responsáveis têm visões diferentes do fim da missão.

Por último, não posso deixar de elogiar a arte por trás de Terra Formars, o traço do Tachibana é espetacular e cheio de detalhes, não canso de ficar procurando coisas que posso não ter visto na primeira leitura, com a sua arte os personagens ficaram hiper expressivos o que gera uma grande dose de empatia durante a leitura. Um adendo especial quanto a história, teve um dado momento que me peguei segurando a respiração durante a leitura de tão foda que estava. Abaixo algumas imagens para vocês.
[Clique na imagem para ampliá-la]


Terra Formars chega às bancas ainda esse mês - o meu adquiri na Fest Comix -, conta atualmente com 12 volumes - ainda em publicação no Japão - e chega no formato de 13,5 x 20,5 cm, com papel Off-Set (♥) e pelo valor de R$ 14,90.

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Premiações | Indicados ao Emmy 2015

21 de jul de 2015
Bem vindos ao Emmy 2015!
O Emmy reconhece a excelencia em diversas áreas da televisão e novas mídias, é composto por três organizações: a Television Academy (horário nobre), a National Academy of Television Arts & Sciences (programação diária, esportes, notícias e documentários)  e a International Academy of Television Arts & Sciences (Internacional). O Prêmio é um símbolo de reconhecimento de mais de 16.000 membros da Television Academy. 

Agora, alguns fatos desse ano. Das redes de TV ou de TV à Banda Larga participantes, a HBO foi, mais uma vez, a recordista com 126 indicações, superando as 99 do ano passado, seguida pela ABC, com 42, a NBC e a CBS, com 41, a FX Networks (em várias sub-emissoras), com 38, e a Netflix, que já havia recebeu 31  indicações no ano passado, concorre esse ano com 34.

Das séries mais indicadas, Game Of Thrones encabeça a lista com 24 indicações, 5 a mais do que no ano passado, seguida por American Horror Story: Freak Show com 19 indicações e por House Of Cards, Mad Men e Transparent com 11 indicações cada.

Os vencedores serão revelados no dia 20 de setembro. Confira abaixo a lista de indicados.

Drama

Melhor Série Dramática

Better Call Saul • AMC
Downton Abbey • PBS
Game Of Thrones • HBO 
Homeland • Showtime
House Of Cards • Netflix 
Mad Men • AMC
Orange Is The New Black • Netflix

Melhor Ator em Série Dramática

Better Call Saul • Bob Odenkirk, como Jimmy McGill
Bloodline • Kyle Chandler, como John Rayburn
House Of Cards • Kevin Spacey, como Francis Underwood
Mad Men • Jon Hamm, como Don Draper
The Newsroom • Jeff Daniels, como Will McAvoy
Ray Donovan • Liev Schreiber, como Ray Donovan

Melhor Atriz em Série Dramática

Empire • Taraji P. Henson, como Cookie Lyon
Homeland • Claire Danes, como Carrie Mathison
House Of Cards • Robin Wright, como Claire Underwood
How To Get Away With Murder • Viola Davis, como Annalise Keating
Mad Men • Elisabeth Moss, como Peggy Olson
Orphan Black • Tatiana Maslany, como Sarah, Alison, Cosima, Helena, Rachel e Krystal

Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática

Better Call Saul • Jonathan Banks, como Mike Ehrmantraut
Bloodline • Ben Mendelsohn, como Danny Rayburn
Downton Abbey • Jim Carter, como Mr. Carson
Game Of Thrones • Peter Dinklage, como Tyrion Lannister
The Good Wife • Alan Cumming, como Eli Gold
House Of Cards • Michael Kelly, como Doug Stamper

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática

Downton Abbey • Joanne Froggatt, como Anna Bates
Game Of Thrones • Lena Headey, como Cersei Lannister
Game Of Thrones • Emilia Clarke, como Daenerys Targaryen
The Good Wife • Christine Baranski, como Diane Lockhart
Mad Men • Christina Hendricks, como Joan Harris
Orange Is The New Black • Uzo Aduba, como Suzanne “Crazy Eyes” Warre

Melhor Ator Convidado em Série Dramática

The Blacklist • Alan Alda, como Alan Fitch
The Good Wife • Michael J. Fox, como Louis Canning
Homeland • F. Murray Abraham, como Dar Adal
House Of Cards • Reg E. Cathey, como Freddy Hayes
Masters Of Sex • Beau Bridges, como Barton Scully
Orange Is The New Black • Pablo Schreiber, como George "Pornstache" Mendez

Melhor Atriz Convidada em Série Dramática

The Americans • Margo Martindale, como Claudia
Game Of Thrones • Diana Rigg, como Lady Olenna Tyrell
House Of Cards • Rachel Brosnahan, como Rachel Posner
How To Get Away With Murder • Cicely Tyson, como Ophelia Hartness
Masters Of Sex • Allison Janney, como Margaret Scully
Scandal • Khandi Alexander, como Maya Pope

Melhor Roteiro de Série Dramática

The Americans • Do Mail Robots Dream Of Electric Sheep? • Joshua Brand
Better Call Saul • Five-O • Gordon Smith
Game Of Thrones • Mother’s Mercy • David Benioff e D.B. Weiss
Mad Men • Lost Horizon • Semi Chellas e Matthew Weiner
Mad Men • Person To Person • Matthew Weiner

Melhor Direção de Série Dramática

Boardwalk Empire • Eldorado • Tim Van Patten
Game Of Thrones • Mother’s Mercy • David Nutter
Game Of Thrones • Unbowed, Unbent, Unbroken • Jeremy Podeswa
Homeland • From A To B And Back Again • Lesli Linka Glatter
The Knick • Method And Madness • Steven Soderbergh

Comédia


Melhor Série Cômica

Louie • FX Networks
Modern Family • ABC
Parks And Recreation • NBC
Silicon Valley • HBO
Transparent • Amazon Instant Video
Unbreakable Kimmy Schmidt • Netflix
Veep • HBO

Melhor Ator em Série Cômica

black-ish • Anthony Anderson, como Andre Johnson
Episodes • Matt LeBlanc, como Matt LeBlanc
House Of Lies • Don Cheadle, como Marty Kaan
The Last Man On Earth • Will Forte, como Phil Miller
Louie • Louis C.K., como Louie
Shameless • William H. Macy, como Frank Gallagher
Transparent • Jeffrey Tambor, como Maura Pfefferman

Melhor Atriz em Série Cômica

The Comeback • Lisa Kudrow, como Valerie Cherish
Grace And Frankie • Lily Tomlin, como Frankie
Inside Amy Schumer • Amy Schumer, como Amy
Nurse Jackie • Edie Falco, como Jackie Peyton
Parks And Recreation • Amy Poehler, como Leslie Knope
Veep • Julia Louis-Dreyfus, como President Selina Meyer

Melhor Ator Coadjuvante em Série Cômica

Brooklyn Nine-Nine • Andre Braugher, como Captain Ray Holt
Girls • Adam Driver, como Adam Sackler
Key & Peele • Keegan-Michael Key, como Vários personagens
Modern Family • Ty Burrell, como Phil Dunphy
Unbreakable Kimmy Schmidt • Tituss Burgess, como Titus Andromedon
Veep • Tony Hale, como Gary Walsh

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Cômica

The Big Bang Theory • Mayim Bialik, como Amy Farrah Fowler
Getting On • Niecy Nash, como Denise "Didi" Ortley
Modern Family • Julie Bowen, como Claire Dunphy
Mom • Allison Janney, como Bonnie
Saturday Night Live • Kate McKinnon, como Vários personagens
Transparent • Gaby Hoffmann, como Ali Pfefferman
Unbreakable Kimmy Schmidt • Jane Krakowski, como Jacqueline Voorhees
Veep • Anna Chlumsky, como Amy Brookheimer

Melhor Ator Convidado em Série Cômica

The Comedians • Mel Brooks, como Mel Brooks
Inside Amy Schumer • Paul Giamatt, como Juror #10
Saturday Night Live • Bill Hader, como Apresentador
Saturday Night Live • Louis C.K., como Apresentador
Transparent • Bradley Whitford, como Marcy
Unbreakable Kimmy Schmidt • Jon Hamm, como Reverend Richard Wayne Gary

Melhor Atriz Convidada em Série Cômica

The Big Bang Theory • Christine Baranski, como Dr. Beverly Hofstadter
Girls • Gaby Hoffmann, como Caroline Sackler
Louie • Pamela Adlon, como Pamela
Modern Family • Elizabeth Banks, como Sal
Shameless • Joan Cusack, como Sheila Jackson
Unbreakable Kimmy Schmidt • Tina Fey, como Marcia

Melhor Roteiro em Série Cômica

Episodes • Episode 409 • David Crane e Jeffrey Klarik
The Last Man On Earth • Alive In Tucson (Pilot) • Will Forte
Louie • Bobby's House • Louis C.K.
Silicon Valley • Two Days Of The Condor • Alec Berg
Transparent • Pilot • Jill Soloway
Veep • Election Night • Simon Blackwell, Armando Iannucci e Tony Roche

Melhor Direção em Série Cômica

The Last Man On Earth • Alive In Tucson (Pilot) • Phil Lord e Christopher Miller
Louie • Sleepover • Louis C.K.
Silicon Valley • Sand Hill Shuffle • Mike Judge
Transparent • Best New Girl • Jill Soloway
Veep • Testimony • Armando Iannucci

Minisséries e Telefilmes


Melhor Minissérie

American Crime • ABC
American Horror Story: Freak Show • FX Networks
The Honorable Woman • SundanceTV
Olive Kitteridge • HBO
Wolf Hall • PBS

Melhor Telefilme

Agatha Christie’s Poirot: Curtain, Poirot’s Last Case • Acorn TV
Bessie • HBO 
Grace Of Monaco • Lifetime
Hello Ladies: The Movie • HBO 
Killing Jesus • National Geographic Channel 
Nightingale • HBO 

Melhor Ator em Telefilme ou Minissérie

American Crime • Timothy Hutton, como Russ
Derek Special • Ricky Gervais, como Derek
Houdini • Adrien Brody, como Harry Houdini
Nightingale • David Oyelowo, como Peter Snowden
Olive Kitteridge • Richard Jenkins, como Henry Kitteridge
Wolf Hall • Mark Rylance, como Thomas Cromwell

Melhor Atriz em Telefilme ou Minissérie

American Crime • Felicity Huffman, como Barb
American Horror Story: Freak Show • Jessica Lange, como Elsa Mars
Bessie • Queen Latifah, como Bessie Smith
The Honorable Woman • Maggie Gyllenhaal, como Nessa Stein
Olive Kitteridge • Frances McDormand, como Olive Kitteridge
Sweeney Todd: The Demon Barber Of Fleet Street (Live From Lincoln Center) • Emma Thompson, como Mrs. Lovett

Melhor Ator Coadjuvante em Telefilme ou Minissérie

American Crime • Richard Cabral, como Hector Tonz
American Horror Story: Freak Show • Denis O'Hare, como Stanley
American Horror Story: Freak Show • Finn Wittrock, como Dandy Mott
Bessie • Michael Kenneth Williams, como Jack Gee
Olive Kitteridge • Bill Murray, como Jack Kenninson
Wolf Hall • Damian Lewis, como Henry VIII

Melhor Atriz Coadjuvante em Telefilme ou Minissérie

American Crime • Regina King as Aliyah Shadeed
American Horror Story: Freak Show • Sarah Paulson as Dot & Bette Tattler
American Horror Story: Freak Show • Angela Bassett as Desiree Dupree
American Horror Story: Freak Show • Kathy Bates as Ethel Darling
Bessie • Mo'Nique as Ma Rainey
Olive Kitteridge • Zoe Kazan as Denise Thibodeau

Melhor Roteiro em Telefilme, Minissérie ou Especial Drama

American Crime • John Ridley
Bessie • Dee Rees, Christopher Cleveland, Bettina Gilois e Horton Foote
Hello Ladies: The Movie • Stephen Merchant, Gene Stupnitsky e Lee Eisenberg
The Honorable Woman • Hugo Blick
Olive Kitteridge • Jane Anderson
Wolf Hall • Peter Straughan

Melhor Direção em Telefilme, Minissérie ou Especial Drama

American Horror Story: Freak Show • Monsters Among Us • Ryan Murphy
Bessie • Dee Rees
The Honorable Woman • Hugo Blick
Houdini • Uli Edel
The Missing • Tom Shankland
Olive Kitteridge • Lisa Cholodenko
Wolf Hall • Peter Kosminsky

Técnicos


Melhor Direção de Arte em Série Contemporânea ou de Fantasia (1 hora ou mais)

Constantine • The Darkness Beneath • Feast Of Friends • The Saint Of Last Resorts: Part One
Game Of Thrones • High Sparrow • Unbowed, Unbent, Unbroken • Hardhome
Gotham • Pilot
House Of Cards • Chapter 29 • Chapter 36
True Blood • Jesus Gonna Be Here • I Found You • Fire In The Hole

Melhor Direção de Arte em Série Histórica, Minissérie ou Telefilme (1 hora ou mais)

Boardwalk Empire • Golden Days For Boys And Girls • Friendless Child • Eldorado
Downton Abbey • Episode 9
The Knick • Method And Madness • Mr. Paris Shoes • Get The Rope
Mad Men • Person To Person
Masters Of Sex • Blackbird • Below The Belt • One For The Money, Two For The Show

Melhor Direção de Arte em Série Contemporânea (30 minutos ou menos)

The Big Bang Theory • The First Pitch Insufficiency • The Clean Room Infilltration • The Skywalker
Incursion
Hot In Cleveland • Vegas, Baby/I Hate Goodbyes • All About Elka
Silicon Valley • Sand Hill Shuffle • Homicide • Adult Content
Transparent • The Letting Go
2 Broke Girls • And The Zero Tolerance • And The Fun Factory • And A Loan For Christmas
Veep • Joint Session • Tehran • Convention

Melhor Direção de Elenco em Série Cômica

Louie • FX Networks
Modern Family • ABC
Transparent • Amazon Instant Video
Unbreakable Kimmy Schmidt • Netflix
Veep • HBO

Melhor Direção de Elenco em Série Dramática

Downton Abbey • PBS
Game Of Thrones • HBO
House Of Cards • Netflix
Mad Men • AMC
Orange Is The New Black • Netflix

Melhor Direção de Elenco em Minissérie, Telefilme ou Especial 

American Crime • ABC
American Horror Story: Freak Show • FX Networks
Bessie • HBO
Olive Kitteridge • HBO
Wolf Hall • PBS

Melhor Fotografia em Série (Multi-Camera)

The Big Bang Theory • The Expedition Approximation
Mike & Molly • Checkpoint Joyce
The Millers • Con-Troversy
2 Broke Girls • And The Old Bike Yarn

Melhor Fotografia em Série (Single-Camera)

Boardwalk Empire • Golden Days For Boys And Girls
Game Of Thrones • Hardhome
Game Of Thrones • Sons Of The Harpy
Game Of Thrones • The Dance Of Dragons
Game Of Thrones • Unbowed, Unbent, Unbroken
The Good Wife • The Line
House Of Cards • Chapter 29

Melhor Fotografia em Minissérie ou Telefilme

American Horror Story: Freak Show • Monsters Among Us
Bessie
Houdini • Night 1
The Secret Life Of Marilyn Monroe

Melhor Figurino em Série Histórica, Minissérie, Telefilme ou Fantasia

American Horror Story: Freak Show • Monsters Among Us
Boardwalk Empire • Golden Days For Boys And Girls
Downton Abbey • Episode 9
Game Of Thrones • The Dance Of Dragons
Wolf Hall • Part 3: Anna Regina

Melhor Figurino em Série Contemporânea Minissérie ou Telefilme

Empire • Pilot
Empire • The Lyon's Roar
Gotham • Under The Knife
The Mindy Project • San Francisco Bae
Olive Kitteridge • Incoming Tide
Transparent • Symbolic Exemplar 

Melhor Design de Abertura

American Horror Story: Freak Show • FX Networks
Bosch • Amazon Instant Video
Halt And Catch Fire • AMC
Manhattan • WGN America
Marvel's Daredevil • Netflix
Olive Kitteridge • HBO

Melhor Música Tema de Abertura

The Dovekeepers • CBS
Marco Polo • Netflix
Texas Rising • HISTORY
Transparent • Amazon Instant Video
Tyrant • FX Networks

Especial | Porquê comprar em eventos como a Fest Comix!

20 de jul de 2015
No post anterior falei da minha cruzada pela Fest Comix, adquiri ao todo 51 itens, aqui vamos falar um pouco da economia que consegui fazer, graças ao evento e aos descontos. Então vamos lá.

Começando pelos lançamentos, todos os mangás abaixo estão em sua primeira edição e o desconto em relação ao preço de capa é de 20%, somando tudo eu consegui economizar R$ 13,30, ou seja o preço de mais um mangá! Risos.
Agora, partindo para as séries mensais que já acompanho. Tirando Vinland Saga, que comecei a acompanhar agora, os outros estavam certinhos, aqui a economia foi de R$ 15,80. Preço de mais um mangá.
Partindo agora para o primeiro exagero, chamo assim, porque não me segurei e trouxe Green Blood (1-5), e Vinland Saga que precisava das edições anteriores. Aqui a economia foi de R$ 23,30.
Entrando agora na área de HQs. Apesar da quantidade pequena de itens, o desconto foi aceitável. Economia de R$ 11,70.
E pra finalizar, em uma categoria separada, tem a coleção completa de Rurouni Kenshin, com seus 28 volumes, a coleção saiu por R$ 269,00, estava com 30% de desconto. Eu sei é salgado, mas levando em consideração o preço de capa de R$ 13,90, o valor total é de R$ 389,20, com o desconto a minha economia foi de R$ 120,20. Paguei R$ 9,61 por edição.
Somando a economia de todas as categorias eu consegui economizar no final das contar R$ 184,30.

Pra ver os produtos que comprei: Visite Sparta, neste post.

Leia mais Especiais

Eventos | 21º Fest Comix, THIS IS SPARTA!!!

Aee galera, hoje vamos falar um pouquinho do evento e das coisas que comprei e consegui por lá.

A Fest Comix é uma tradicional feira de quadrinhos de São Paulo que acontece desde 2001. A feira é conhecida por seu um excelente local para artistas independentes promoverem seus trabalhos, assim como, uma ótima vitrine para lojistas e editoras especializadas em quadrinhos encontrarem seu público. A feira ainda conta com outras atrações como sessões de autógrafos, palestras, mesas-redondas, concurso de cosplay, exposições e mais uma infinidade de coisas.

Tinha muita coisa legal por lá, uma série de artistas novos, não pude aproveitar muito as coisas, porque a maior parte do tempo que permaneci por lá foram em filas de autógrafos, que valeram muito a pena. Consegui o autógrafo do mestre Nobuhiro Watsuki e da sua esposa, Kaoru Kurosaki que trabalhou com ele em Rurouni Kenshin a.k.a. Samurai X. Também consegui o autógrafo dos feras Lu e Vitor Caffagi, responsáveis por Turma da Mônica: Laços e Lições. A Lu é puro amor.

Fui ao evento, principalmente, para adquirir coisas, já que grande parte dos títulos têm descontos; Então, antes de começar minha saga em Sparta, gostaria de ressaltar que vou fazer uma avaliação minuciosa dos meus gastos, que não foram baixos, aqui. Então vamos lá.

Comprei esses dois one-shots da Editora Draco: Apagão Extra: Ligação Direta, que faz parte de Apagão: Cidade sem Lei, de Raphael Fernandes e Camaleão e Quack: Patadas Voadoras, de Kaji Pato. Na minha edição de Apagão Extra consegui o autógrafo do Raphael, e também um panfleto com um link pra ler o primeiro capítulos das futuras edições. Paguei R$ 5 em cada.
Comprei também no impulso, duas HQs, deiei de ler hqs quando começaram a lançar sagas enormes que afetam diversos personagens, e por ironia do destino, peguei as edições Pecado Original #0 e #1 que é exatamente isso, só li a #0, gostei em partes e vamos ver o que mais vai sair dai. Paguei R$ 4,70 e R$ 6,50, preços de capa R$5,90 e R$ 8,20, respectivamente.
Pra coroar em questão de HQs, trouxe para casa os lançamentos, Penadinho, de Paulo Crumbim e Cristina Eiko e Lições, de Vitor e Lu Caffagi, ambos da Grapich MSP. Paguei R$ 17,90 em cada, preço de capa R$ 21,90.
Agora a coisa começa a ficar séria! Vamos aos mangás, primeiro com a Planet Manga, braço do Panini Group, que publica mangás. Comprei as edições de 1 a 6 na internet de Vinland Saga, que estão super indicadas na interwebs, então precisava completar alcançar o que já tinha saído, adquiri os volumes 7 (R$ 9), 8 e 9 (R$ 11), preços de capa R$ 11,90 o Volume 7 e R$ 13,90 no Volume 8 e 9 (cada), Também peguei o lançamento Tokyo Ghoul (R$ 10,30), preço de capa R$ 12,90. Preço que paguei entre parenteses.
E agora minha visita à Sparta! Mangás da JBC! Fiz a festa e trouxe pra casa os lançamentos, Limit (R$ 11), Terra Formars  (R$ 12) e Kill la Kill (R$ 11), preços de capa R$ 13,90 | 14,90 | 13,90 respectivamente. Limit ainda vai ter que me conquistar, estava mais interessado em Vitamin, como é da mesma autora peguei-o, Terra Formars me conquistou desde o Preview e Kill la Kill eu vi alguns episódios na Netflix :).
Trouxe também a continuação das sagas que já estou acompanhando, só não tinha lá o volume 5 de The Seven Deadly Sins, só por isso, a infidelidade com o jornaleiro não foi completa. Então temos: Hellsing #2 (R$ 13), Wish #2 (R$ 11,60), Yuyu Hakusho #10 (R$ 11,90) e Zetman #2 (R$ 14). Preços de capa R$ 16,50 | 14,50 | 14,90 | 17,50.
Num acesso de compras frenético trouxe também a coleção de Green Blood completa (5 volumes) paguei R$ 11 em cada, preço de capa R$ 14,50.
E no acesso extremo de emoção depois de conseguir o autógrafo do Watsuki, me peguei carregando isso aqui:
Sim, a coleção completa de Rurouni Kenshin (28 volumes), paguei salgado, mas ainda mais barato do que se tivesse comprado volume por volume. De quebra também peguei A Sakabatou de Yahiko, só que só lerei quando terminar Rurouni. Não vou dizer o preço aqui porque vou fazer outro post dizendo as vantagens de comprar em eventos,

Tirando a coleção completa de Rurouni Kenshin que estava com 30% de desconto, nos demais o desconto foi de cerca de 20%.

Até a próxima

Resenha | All You Need is Kill, Sakurazuka Hiroshi e Takeshi Obata; JBC

18 de jul de 2015
Bom pessoal, semana passada teve o primeiro post sobre mangás aqui comigo comentando um pouco as previews de Limit e de Terra Formars (♥), hoje nós vamos falar dessa obra bonita e compacta que é All you Need is Kill. Com apenas duas edições, All you Need is Kill, de Hiroshi Sakurazaka com ilustrações de Takeshi Obata, o mesmo desenhista da série Death Note. Oh, até parece que entende do assunto.

Em All you Need is Kill, a terra foi invadida por alienígenas que estão sugando o planeta e detonando nossos recursos naturais. Esses extraterrestres são chamados de mimetizadores, e só podem ser combatidos por trajes mecanizados. A história gira em torno de Keiji Kiriya, um soldado novato que morre em sua primeira investida contra alienígenas, mas se encontra atordoado por voltar após a sua morte para o dia anterior a investida. Basicamente é isso. A história é construída através das inúmeras repetições do dia de Keiji.

No meio dessa confusão, eis que surge a menina dos olhos, Rita Vrataski, uma enigmática e carismática jovem, que rouba a cena legal, como uma personagem forte e destemida, a luta de Rita contra os mimetizadores assume um caráter mais pessoal, que vamos entendendo no decorrer da trama. Talvez esse aprofundamento da Rita tenha ofuscado o personagem de Keiji que não teve suas origens tão exploradas.

Em dado momento, Keiji e Rita passam a andar juntos, isso quer dizer, todos os dias Keiji faz a sua linha do tempo favorecer esse encontro dele com a Rita. Mais próximos um do outro a cada repetição eles acabam ficando íntimos, o que traz uma carga emocional para o mangá e dá abertura para cenas emocionantes durante a leitura, mas vou parando por aqui, porque é realmente difícil fazer a resenha de um mangá sem dar alguns spoilers.

Como está escrito lá em cima, o mangá é ilustrado pelo Takeshi Obata, e mesmo sem ter lido Death Note (juntando grana pra Black Edition), deu pra perceber a semelhança no traço só de ver uma ou outra imagem do trabalho do cara pela internet, a ilustração é sensacional e o caos em algumas cenas chega a ser extremo. Os combates são um detalhe a parte. É uma pena o mangá ter apenas 2 edições, podia ter pelo menos mais uma, e estender um pouco mais as coisas, é breve como um sopro e destruidor como uma temporal.

Pra você, que é como eu, um reles mortal começando a explorar o universo dos mangás, ou reexplorando, vale a leitura, pois é uma ótima porta de entrada para um universo em expansão, que, por exemplo, nos leva a Terra Formars, que tem a mesma temática Sci-fi da obra, e de uma porrada de obras que virão por aí, como Ghost in the Shell e Akira que serão relançadas este ano pela JBC. Por enquanto, não sou um expert no assunto, mas dá pra aproveitar bem a leitura.

Antes que eu me esqueça, se você também é fã de cinema, All you Need is Kill, também foi adaptado para o cinema em No Limite do Amanhã (Edge of Tomorrow), com Tom Cruise e Emily Blunt nas peles de Keiji e Rita. Claro, na versão norte americana o personagem do Tom se chama Cage, mas sabemos o que eles querem dizer. E se você deseja possuir o mangá em sua coleção, a JBC ainda conta com o plano de assinaturas para isso, com os dois volumes e com desconto, consegui a minha assim. :)

Até a próxima.

Leia mais Resenhas

Especial | Série X Livro: Game of Thrones

Crítica | Game of Thrones, 5ª Temporada

Crítica | Homem-Formiga

16 de jul de 2015
Olá, caros amigos! Acho que é a primeira vez que isso acontece por aqui. Crítica quentinha.

Vamos começar dizendo que Homem-Formiga é um filme pra família, porque em questões de roteiro e temática ele apela, ele deixa cair por terra todo aquele contexto que estamos acostumados com a Marvel. Aqueles clichês de super heróis que têm que proteger a terra porque tem alguma raça querendo nos subjugar, mais comum na franquia Thor; sou o bonzão e vou proteger as pessoas, clássico do Homem de Ferro ou sou uma arma de guerra e agora que não tem guerra protegerei as pessoas, tema batido de Capitão América. Homem-formiga, põe tudo isso abaixo com um principal que não é alienígena, não é um Stark ou uma experiência, é apenas um ser humano comum que quer se redimir diante da sua filha.

Comum nos filmes da Marvel, a comédia é latente em Homem-Formiga, o que deixa o longa extremamente divertido, o que em uma sessão lotada no cinema pode dificultar o entendimento de algumas falas. Nosso protagonista Scott Lang (Paul Rudd) é completamente sem noção, outra diferença com os demais filmes da Marvel. Ele é o típico herói trapalhão, o anti-herói, que caiu de paraquedas em um lugar onde tem alguém querendo ser o dono do mundo. 

Outros personagens que merecem destaque não só por suas participações ou sua qualidade de atuação, mas pelo o que impactam no universo da Marvel, gerando algumas questões são a nossa já conhecida Agente Carter (Hayley Atwell) e Howard Stark (John Slattery), que possuem uma espécie de conflito com o sensacional personagem Dr. Hank Pym (Michael Douglas). Sim, Carter e Howard estão muito mais velhos, já que o filme se passa nos dias atuais, após os Vingadores, o que nos leva a questionar que todo o trama da série Agente Carter, caiu por terra e que ela nunca vai passar um perigo real, assim como para Howard, que me deixou com dúvida se alguma vez ele esteve vivo na franquia Homem de Ferro. Esse é o primeiro impacto e a confirmação do mix de universos que a Marvel vai fazer entre Cinema e Televisão.

Sem dúvida a melhor coisa no filme é a magnitude que as coisas tomam quando Scott encolhe e palmas para a galera da computação gráfica das formigas, são as melhores cenas do longa e as mais divertidas, mas fico com o pé a atrás em relação a como isso iria funcionar em um longa com mais heróis. Já por outro lado, a pior coisa do filme é o vilão, que não é, nem de longe, o que estamos acostumados a ver. Vale ressalvar que pra quem vai ir ver o filme esperando ver um super herói, não vai encontrar isso. Em termos gerais o filme é bem bobinho, mas é Marvel né? Apesar dessa ressalva não desqualifico o filme, ele é muito divertido com sua alta dose de comédia, mas é bem comum perto do que estamos vendo nos demais filmes de super heróis.

Ah! vamos para a pós créditos, então se você ainda não viu o filme ou não se importa com o que vai ler aqui, então prossiga. Caso contrário, obrigado pela visita e até a próxima.
Na primeira cena temos Hank Pym, apresentando o traje da Vespa para a sua filha, Hope van Dyne (Evangeline Lilly), que deve assumir o papel da heroína. Já na segunda, temos o encontro de Falcão e Capitão América com Bucky, o Soldado Invernal, que está desaparecido desde o longa homônimo, não sei destrinchar a cena ao ponto de explicar o que significa essa cena, mas é óbvio que eles estão escondendo algo do Stark, o que dá bases para já conhecida Guerra Civil. 

Leia mais Críticas.

Resenha | A Dança dos Dragões, George R.R. Martin

15 de jul de 2015
Ahh! que pedreira véi!

Convenhamos que não temos o que reclamar aqui, a qualidade do material é excelente, o roteiro é extraordinário, o livro isso, o livro aquilo e blá-blá-blá. Mas sagrado Odin, responda-me, por quê dois livros pra contar o meio da história? Que maçante isso! Na resenha anterior, a de Festim de Corvos, já havia mencionado que seu predecessor era um "meio de história", mas não imaginava que a Dança dos Dragões também fosse.

A história permanece boa, e assim como sabíamos, também da resenha anterior, esse livro tem a mesma linha temporal, porém trata de outros personagens. Então temos o Anão, a Arya, o Jon "não sabe de nada" Snow, a Daenerys, o Bran, uma série de outros personagens e um pouco do retorno da linha temporal com a Cersei, mas até onde caminhamos o livro deixou aquele baita cliffhanger, tudo pode acontecer, ou nada. Pelo que parece as histórias se fundiram e agora tudo pode caminhar de igual para igual. Então não espere grandes emoções do livro, ele tem suas doses de emoção no começo e no final, o meio é o meio, e com isso quero dizer algo em torno de 500 páginas.

Esse é a minha pior crítica da saga e talvez a maior ferroada que dei no livro, mas essa coisa de chove, mas não molha ou nem chove, só fica nublando o tempo não foi legal, deixou a leitura bem cansativa. O diferencial do Martin e da estrutura das Crônicas de Gelo e Fogo é que cada capítulo é um horizonte novo, então você termina aquele capítulo sem graça e espera que o próximo seja melhor e assim a leitura segue. Ainda ferroando, em Festim de Corvos o universo já havia expandido pra Dorne e para as Ilhas de Ferro, e em vez de ir desenrolando isso durante o livro o aprofundamento ficou pra depois da metade do livro, o que expandiu ainda mais, e ainda tivemos novos personagens introduzidos, enfim. O história cresceu mais, o que dá a impressão de que não vai acabar nunca, ou que o autor morra antes disso, porque sabemos que ele escreve bem devagar.

Não obstante, o livro também tem elogios, afinal temos dragões e dragões são lindos, assim como a mãe deles, e também gigantes e mulheres de lanças, melhores participações na história. Sobre o desenvolvimento dos demais personagens acredito que tenha sido de leve, esperava mais da Arya, acredito que por ser um dos meus personagens favoritos, e do Bran. Tyrion foi excepcional e a Daenerys um pouco pacata, até a história centrar-se nela. Quanto as mortes, não são muitas, mas mortes icônicas, sem spoilers aqui.

Achei que Festim de Corvos tivesse sido melhor avaliado, mas dei quatro estrelas, e o mesmo se segue para Dança dos Dragões. Como de costume um quote pra encerrar a resenha:

"O conhecimento é uma arma, Jon. Arme-se bem antes de ir para uma batalha".

Ficha Técnica 
Título: A Dança dos Dragões - Livro Cinco
Autor: George R.R. Martin
Acabamento: Brochura
Gênero: Fantasia
Editora: LeYa
Ano: 2012
I.S.B.N. 9788580444810
Nº de Páginas: 872

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Séries | Arrow, Comic-Con 2015

13 de jul de 2015

Novo Traje

Segundo o produtor executivo Greg Berlanti "o traje vai refletir a transição de Arqueiro para Arqueiro Verde".

Descrição da 4ª temporada - perdoem a tradução
Depois de derrotar o seu inimigo mais formidável e partir para o seu pôr do sol com Felicity Smoak; Oliver Queen, deixou Starling City com a esperança de começar uma nova vida. Mas será que Oliver realmente será capaz de deixar para trás seu passado como o Arqueiro, e, em caso afirmativo, o que acontece com a equipe que ele trabalhou  tão duro para montar? Será que Diggle, Thea, e Laurel vão ser deixados para continuar a cruzada de Oliver sem ele? E com Malcolm Merlyn tendo subido ao topo da Liga dos Assassinos como o novo Ra's al Ghul, alguém realmente está seguro?

Novos Pesonagens

Patty: Uma mulher entre  50 e 60 anos, amiga da falecida Moira, que chega em Starling City para se candidatar a prefeita, profundamente empenhada em defender a cidade. Ela também é uma mãe, que irá proteger a sua filha. Porém ainda não foi revelado de quem ela é mãe. Fonte

Mr. Terrific: Personagem gay, dando ao show alguma representação LGBT, e que ele será um gênio da computação e amigo de Felicity.

Anarky: Vilão do universo Batman, também vai dar as caras nessa temporada. Geralmente as suas histórias são centradas em temas políticos e filosóficos.

A série retorna dia 7 de outubro.

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Séries | Gotham, Comic-Con 2015

Durante o painel da série na Comic-Con, o Coringa roubou o microfone de um fã que fazia uma pergunta da platéia, logo foi abordado pelos seguranças e retirado do Salão H. Durante sua retirada foi possível ouvir o ator gritando "Este é o detetive Gordon" e "quer dizer que você tem um alto limite para dor?" O ator na pele do icônico vilão era Cameron Monaghan que já fez uma participação na série. Quem assistiu ao painel saiu do Salão H chamando a segunda temporada de Gotham de "A Ascensão dos Vilões", será que dá pra esperar coisas boas por aí?

Novo Personagem

Tigress: a atriz Jessica Lucas (Cult) entrará na pele de Tabitha Galavan, também conhecida como tigresa. Ela é irmã de Theo Galavan (James Frain), ator que interpretou o vilão na primeira temporada, diferente dele, ela é descrita como sexy e violenta - e carregando um chicote! De onde deriva um prazer sensual do caos que irá fazer.

Se você está cético e não crê que o pequeno garoto possa dar conta do papel do Coringa, dá uma olhadinha na participação dele na série, não desista e veja o vídeo até o final, onde ele muda completamente.
A série retorna para a sua segunda temporada em 21 de setembro.

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Séries | The Flash, Comic-Con 2015

Em sua segunda temporada a série contara com o ator Teddy Sears (Masters of Sex) no papel de Jay Garrick, o primeiro Flash. Sua descrição indica que Garrick é um indivíduo enigmático que chega em Central City, para avisar o Barry e sua equipe de um perigo iminente que eles não poderão conter sozinhos.
Shantel VanSanten (One Tree Hill), também entra para o elenco na pele de Patty Spivot, o personagem é uma policial e entusiasta da ciência, que não sabe que Barry está se apaixonando por ela. O produtor executivo Andrew Kreisberg disse que a adição de Patty Spivot ajuda a "complicar a vida amorosa de Barry Allen nesta segunda temporada."

Durante o painel também foi revelado que Wally West, o primeiro Flash Kid e o terceiro Flash, também irá aparecer nesta temporada, que o Flash irá lutar com o Zoom, que é mais rápido do que ele e que a segunda temporada vai se iniciar alguns meses mais tarde do final da primeira, onde lidarão com as consequências do final da primeira temporada, para introduzir os personagens de Earth 2 (Terra 2) no show.

Também teve um vídeo com os melhores momentos da primeira temporada
The Flash retorna dia 6 de outubro.

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Séries | Legends of Tomorrow, Comic-Con 2015

No painel da Warner Bros e DC Entertainment, o produtor executivo Marc Guggenheim, anunciou que os episódios iniciais de Arrow e The Flash serão as bases que introduzirão a nova série na telinha, além disso Hawkman vai ser adicionado ao show.
Para o também produtor executivo, Greg Berlanti Lendas do Amanhã, foi uma chance de fazer uma série no estilo "Onze homens e um segredo".

Fora isso, as atrizes Caity Loitz e Ciara Renee, Canário Negro e Hawkgirl, falaram dos seus persoangens. Loitz disse que "em Arrow as pessoas que voltam dos mortos nunca são as mesmas" e Renee, disse que "está se preparando para o papel, tirando o atraso em Arrow e Flash, lendo as histórias em quadrinhos e treinando boxe e artes marciais".

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Mangás | Preview de Limit e Terra Formars

8 de jul de 2015
Ahhh Moleque! Primeira vez que vou tocar nesse tema por aqui. Confesso que neste ano ando o louco dos Mangás, tudo começou com o relançamento de YUYU Hakusho, mas e daí? Outro dia conto essa história e de onde nasceu minha paixão por mangá.

A JBC, que não está de brincadeira esse ano, anunciou diversos lançamentos, entre eles esses dois do título. Nos previews liberados recentemente, também temos o título Eden... só que esse eu não vou arcar com os custos, porque estou planejando acompanhar outros 9 títulos da editora, enfim. Estava com o pé atrás, sobre esses dois lançamentos, porque não conheço nenhum deles, mas vamos as primeiras impressões do que deu pra ler...

Limit, de Keiko Suenobu


Ao que parece, essas colegiais vão quebrar o pau no estilo Battle Royale de sobrevivência, dando uns pitecos em temas relacionados ao bullying e as diferenças sociais do grupo. Gostei do traço e tal, mas pelo que li no começo... o mangá ainda vai ter que me surpreender, dei uma espiada em outras capas e já deu uma melhorada no status geral da obra. Limit chega em julho, em formato 13,5 x 20,5 cm, papel brite 52g, por R$13,90.

Terra Formars, de Kenichi Tachibana e Yu Kasuga.


Ao contrário de Limit, Terra Formars já me encantou! Trata-se de um mangá mais global, com personagens de diversas nacionalidades e mais centrado na ficção científica, tema que adoro. Nas primeiras páginas o traço surpreende e é ainda mais espetacular em páginas duplas, os personagens são de origem humilde e pelo que pareceu com grande carga emocional e uma extensa bagagem a ser explorada. Esse é compra certa. Terra Formars chega em julho também e conta atualmente com 12 volumes - ainda em publicação por lá - e chega no formato de 13,5 x 20,5 cm, o papel ainda não foi revelado, a briga é entre o off-set e o Brite 52g, pelo preço a galera já esta prevendo que o Brite, eu aposto no off-set, porque a JBC não dá essas mancadas e pelo valor de R$ 13,90.

Pra quem quiser ver o preview de Eden, aqui o link da postagem no perfil da Henshin.

É isso aí!

Crítica | O Exterminador do Futuro: Gênesis

Manolos, o que é esse filme? Não diria que é uma obra prima do cinema, mas é muito bom dentro do seu estilo e o melhor de tudo... Temos a Mãe de Dragões, a Não Queimada e Nascida na Tormenta, Emilia Clarke no filme! É muita emoção pra um longa só. Velho, mas não obsoleto! E assim começamos a nossa crítica de o Exterminador do Futuro: Gênesis.

Bom, pra começar o longa leva em consideração o roteiro dos dois primeiros filmes da franquia e se inicia em um futuro dominado pelas máquinas, com John Connor, já velho, liderando a resistência! E como uma das marcas assinadas da franquia, a viagem no tempo torna-se a vertente do filme. Connor lidera um último ataque ao Skynet, para poder usar a arma secreta deles, o dispositivo de viagem temporal, o mesmo usado para mandar o T-800, a.k.a. Arnold Schwarzenegger na flor da idade, para 1984, para mandar seu braço direito, Kyle Reese para a mesma data para salvar sua mãe. A função do ciborgue é matar Sarah Connor antes que o John possa nascer. Porém, neste presente, já existe um Ciborgue, T-800 que resgatou a Sara Connor em 1972, vish, e aí a confusão temporal começa. Nesse tipo de filme, é preciso anotar essas coisas que acontecem, pra ter certeza de qual realidade alternativa você está...

Nesse quesito de viagem temporal o filme detona, mesmo não explicando muito bem como as coisas acontecem, mas possuir diversas realidades alternativas, lembrou muito a franquia De volta para o futuro, o que também torna o filme uma peça única, que provavelmente vão inventar milhares de coisas pra se ter uma sequência, não que seja necessária - Obs.: não percam a cena pós créditos, como eu, que tive que ver no Youtube... :(

O filme apela um bocado no merchandising, o que já era comum nas outras franquias, nessa temos a volta da Pepsi e de uma cena quase completa da Nike. Ainda apelando, o filme aproveita pra dar uma cutucada no nosso presente, já que a Skynet resolve atacar a maior vulnerabilidade atual, a necessidade extrema de conexão com a internet. Nosso lema é estar sempre conectados e uma IA não seria uma IA se não se aproveitasse disso.

Nada se destaca mais nesse filme do que o nosso querido Hasta la vista, Baby! Schwarzenegger, está com tudo e mais hilário do que nunca em sua pele de ciborgue, acredito que ele foi a escolha certa pro papel certo, como se fosse o vocalista de uma banda, seu retorno ao papel deve ter deixado tanto os fãs como o próprio ator em êxtase. Outro destaque, não menos importante fica para Emilia Clarke, sex simbol atual, e conhecida por seu papel em Game of Thrones, diferente da série, onde suas cenas costumam ser bem paradas, no longa a atriz da um show de fôlego.

Observações finais. O longa ia de bom a melhor, mas deu uma declinada nos últimos minutos, forçando um clichê que não era necessário, e ainda colocando em risco toda uma série de leis da física sobre viagem temporal, quem assiste 12 Monkeys, série da SyFy, ficou apreensivo sabendo o que pode ocorrer quando dois corpos de tempos diferente ficam muito próximos um do outro, porém, isso não foi suficiente para remover o brilho do longa. Desejo, de uma forma egoísta, uma continuação, mas fico feliz e satisfeito com o que vi até agora.

Sintam-se livres para comentar e até a próxima.

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Crítica | Minions, quando os coadjuvantes roubam a cena

2 de jul de 2015
Banaaaana!
E assim começamos a crítica dos amarelinhos mais queridos do momento.

Minions (2015), retrata a dura vida dos capangas mais queridos do filme Meu Malvado Favorito, antes deles encontrarem o Gru. Reza a lenda de que eles vagavam sozinhos na sopa nutritiva que era a Terra nos primórdios do seu desenvolvimento, não vou dizer criação, porque a premissa do filme segue as leis da Biogênese. Deixando esse papo de escola de lado, o filme apresenta os Minions, atrás de um novo vilão para seguir, porque essa é a única razão deles existirem, para tal, aproveitam, os personagens que mais tivemos contato no filme do Gru, Kevin, Stuart e Bob.

Cada um dos Minions possui uma personalidade distinta que reflete estereótipos atuais, como o extinto aventureiro e protetor do Kevin; a inocência, bravura e curiosidade do Bob e o galã e engraçado, Stuart. Essa fórmula se perpetua por décadas no cinema e em Minions é somada as trapalhadas dos três em suas aventuras para encontrar um novo super vilão para seguir, ou vilã, que para diminuir as tensões sociais dos filmes machistas, coloca como centro das atenções uma super vilã, que tem seguidores pelo mundo e não perde para nenhum marmanjo. Estamos falando de Scarlett Overkill, porém, a vilã é ofuscada por seu marido Herb, que é muito mais carismático do que ela.

Outro ponto positivo do filme, é o fato dos Minions, serem globais, eles falam diversos idiomas durante o filme, como hebraíco "Mazal Tov", inglês "Bye" e o bonito "Tó para tu" entre tantos outros, que só é possível graças ao carisma contagiante deles que gera sentimentos bons. Tenho a leve impressão de que a Universal junto com a Illumination Entertainment (companhias por trás do longa) tem perdido o tato para as animações, salvo o longa Meu Malvado Favorito. Mas em Minions, faltou um Tchan, um motivo a mais para o filme, sabem aquela coisa de moral da história? Ficar repetindo a moral da amizade é chato, temos isso em outros longos. Minions deveria ter se reinventado, é divertido de fato, como toda a animação, mas faltou a mágica que faz uma animação ser inesquecível. Em nenhum momento os Minions, de fato, estão em perigo para gerarem uma angústia nos telespectadores. Parece que a única coisa em que investiram foi no Marketing por trás do filme, querendo conquistar as crianças pelo apelo material que os Minions propõem e não pelo sentimento que transmitem ou poderiam transmitir.

Quando digo que investiram demasiadamente no marketing, quero dizer que saturaram o mundo com os amarelinhos, o McDonalds tem seus Minions de brindes, todos os cinemas têm promoção do Balde "sem utilidade" de pipoca e a internet e a TV foram bombardeadas com os trailers e comerciais. Quem está ligado nesses canais, vai notar que o começo inteiro do filme, a introdução do filme, salvo os créditos iniciais, não tem um nada de novidades, é literalmente igual o trailer, só que narrado. Chega a ser tedioso, o que já desencanta o espectador logo de cara. Aí você vê tanto Minions por aí, que acaba pegando raiva dos amarelinhos.
Minions, faz parte do clássico efeito dos coadjuvantes que roubaram a cena, mas para quê?
Sou um fã incondicional de animações, desde cotoco até os dias atuais, sempre me emocionei mais em sessões de animação do que em live actions. Quer me ver chorar, é passar a Lenda dos Guardiões, Como Treinar seu Dragão - Para, o moleque perde a perna, spoiler... -... Acredito que Minions, poderia ter ido muito além do "precisamos de um novo chefe", porque desse modo ficou mais parecendo uma comédia sem sentido, que diverte, mas não encanta. E pra mim, animação que não encanta fica esquecida no fundo da gaveta.

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