Junho 2014 | Bang Bang Escrevi

Resenha | O Hobbit, J.R.R. Tolkien

30 de jun de 2014
Título Original: The Hobbit
Autor: J.R.R. Tolkien
ISBN: 9788578277109
Formato: 13,00 X 20,50
Edição: 7ª EDIÇÃO - 2013
Tradução: Lenita Maria Rímoli Esteves
Número de Paginas : 328
Editora:  WMF Martins Fontes
Avaliação:

Tem certos livros, que na rede, não existe mais espaço para uma nova resenha, são esses livros, aqueles que todos já leram, ou mentem que leram, que fazem a diferença para a literatura mundial, separando o joio do trigo. Claro, que "O Hobbit", do ilustre, J.R.R. Tolkien é um desses livros, ao lado de milhares de outros clássicos que servem de inspiração para jovens e adultos em todas as idades. Porém, esquecendo a falta de espaço, vamos falar descaradamente de Hobbit aqui, hoje.

Vamos começar pela impressão que o livro passa. Hobbit é aquele livro que você já pega com medo... "Nossa, Hobbit, Tolkien... E agora?" Besteira, o livro é lindo e tem uma história inspiradora. Durante toda a leitura, e pelas divisões dos capítulos eu tive a impressão que Hobbit não é uma história para ser lida, e sim contada. Sabe, aquela impressão que você tem de que: "Nossa, eu deveria estar lendo isso para alguém..." Toda a sonoridade, o drama, as paradas e twists durante a leitura remetem a gestos e mudanças de vozes que poderiam dar mais vida à história. É realmente lindo. Aquele livro que a pessoa lê e pensa: "Se eu tivesse um filho, seria essa a história que leria para ele".

E essa história de filho que ganharia uma leitura é o que pareceu embalar Tolkien, porque, novamente, na minha impressão, O Hobbit é uma leitura para crianças. Se pensarmos que o livro foi escrito em 1937, conseguimos imaginar crianças lendo uma história épica como a do livro. Atualmente, o mesmo acontece com outras histórias, como Jogos Vorazes, Divergente, Percy Jackson entre tantas outras. Quanto ao transcorrer da história, quase tudo flui naturalmente, apenas em um momento ou outro, que acontecem coisas do nada, o que no filme é corrigido, e você pode ler mais sobre isso na crítica que fiz antes de postar a resenha do livro.

O Hobbit é tão mágico que assim que decidi lê-lo, não consegui. Nas primeira páginas tem uma introdução do idioma dos anões e tal. E me empolguei em traduzir a mensagem e identificar todas as letras do alfabeto, só depois que consegui, que percebi que eram mais de 2 da madrugada e fui dormir. :) Tenho que dizer também, que foi a minha namorada linda, que amo mais do que tudo nesse mundo, que me deuo livro, se não disser ela briga.

Já disse aqui que O Hobbit é um livro para crianças, que a história dá a sensação de que deveria ser contada, e tudo isso fica claro no final do livro, advinha o por quê? Temos uma moral da história! Que ao meu entender é: Não importa o seu tamanho, e às vezes, isso pode até ser uma vantagem, mas se for humilde e tiver boa intenção, pode fazer toda a diferença, independente do tamanho da confusão.

É isso fellas, espero que tenham gostado e leiam O Hobbit para seus filhos.

Cumprindo com o prometido no final da crítica de ontem, hoje saiu a resenha, agora vou rever A Desolação de Smaug, pra fazer um comentário geral dos filmes em relação ao livro e o que espero de A Batalha dos Cinco Exércitos.

Leia Também:
De "O Hobbit: Lá e de Volta Outra vez" para "O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos"
Crítica | O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Crítica | O Hobbit: A Desolação de Smaug

Leia mais Resenhas

Crítica | Hobbit: Uma Jornada Inesperada

Vamos começar esse post explicando algumas coisas. Primeiro, essa é uma crítica atrasadíssima e só estou fazendo-a porque em breve farei a resenha do livro "O Hobbit" e como aqui já existe a crítica de Desolação de Smaug, resolvi fazer a de "Uma Jornada Inesperada" também; segundo, não vai ser bem uma crítica, vai ser mais uma, "vamos falar de Hobbit". Terceiro, na crítica do filme do Smaug, eu disse que não era "Letrado" ou "Hiper Fã" do Tolkien, daqueles que cantam "Para além das montanhas nebulosas..." antes de dormir, porém, agora sou mais fã do que nunca, mas não vou abandonar o meu olhar de "crítico entusiasta das mudanças em adaptações que fazem toda a diferença e acrescentam mais do que destorem a história". Pra sentir a diferença do tipo de resenha é só ler a crítica do Desolação de Smaug e a da Menina que roubava livros, um eu adorei as mudanças e no outro detestei, e em ambas explico os motivos, mas deixa de papo e vamos lá.

Logo de cara, vamos falar da cena de abertura... Acho, porque tive uma enorme impressão de que a introdução é a mesma do filme "O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel", a mesma com alguns nuances e tenho quase certeza que a última cena vai ser o Bilbo colocando o anel na festa, que antecede a jornada do Frodo. Puro achismo.

Claro, que existem várias alterações da história e todas elas muito bem feitas, no livro você tem a impressão de que as coisas acontecem por simplesmente acontecer, no filme a galera do roteiro sempre busca um motivo para tal ação. Como na cena das águias, no livro ela simplesmente acontece porque o Senhor das Águias não gosta dos Orcs e vigiava o movimento deles, já no filme tem todo o drama do Gandalf sussurrando para uma borboleta, depois ela retornando e em seguida as águias. Ponto positivo também para a representação da batalha de moira, que não recebe muito destaque no livro, no filme isso tem um papel importantíssimo, que é a criação de um vilão a ser superado, nesse caso o Azog. O mesmo para o Radagast, que só é levemente mencionado, mas ganha um papel importante no filme. Além, é claro da presença da Galadriel ♥.

O que os manos do roteiro sempre se preocupam é se a alteração vai levar até onde esperamos, nada acontece por acaso, e quando o acaso vem ou surge aquela alteração mais grave no roteiro, ela leva pro mesmo desfecho original, o do livro é óbvio. Por exemplo, no livro o Bilbo também é capturado nas montanhas pelos Orcs, e só se perde depois que Gandalf chega e eles estão fugindo pelos túneis, no filme ele não é capturado, mas é visto por um Orc, o que causa a sua queda, e então ele encontra o Gollum e aí segue a história. Os roteiristas, tanto diminuem a história quanto a aumentam, o caso da briga dos gigantes que é apenas acompanhada de longe no livro e no filme eles estão nas pernas de um gigante. Como Gandalf diz no começo do filme, "toda boa história, deve ser embelezada", ou algo assim.

Como eu disse em Desolação de Smaug, eles estão buscando os motivos que fundamentem o começo de Senhor dos Anéis. Pra que você possa terminar de assistir o "Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos" já emendando em "Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel". Porque por trás do pano de fundo da retomada de Erebor estão todos vigiando os acontecimentos obscuros que rondam Terra-média, o que no livro não é tão marcante. Depois da resenha do livro vou voltar a falar de Hobbit, dessa vez, dizendo o que espero do próximo filme. Até lá pessoal e divirtam-se.

Vocês também podem gostar de:
Por que "Hobbit: Lá e de Volta Outra vez" virou "Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos"
- Crítica | Hobbit: A Desolação de Smaug

Premiações | Vencedores do CCTA 2014

24 de jun de 2014
Saíram os vencedores do 4º CCTA (Critic Choice Television Award) prêmio dado pela Broadcast Television Journalists Association (BTJA), que em tradução literal significa algo, como, Associação de Jornalistas de Emissoras de Televisão, mas isso não vem ao caso, é o mesmo prêmio dado Crirtic Choice Movie Awards, só que dessa vez, apenas para categorias relacionadas a programas de Televisão.

A Netflix surpreendeu com sua série de comédia Orange is The New Black, que arrematou três prêmios, incluindo o de Melhor série de comédia. Tivemos outra surpresa na categoria de comédia com Andre Braugher levando o prêmio por sua atuação em Brooklyn Nine-Nine. Na categoria de melhor atriz coadjuvante em comédia fomos surpreendidos novamente, mas dessa vez com um empate entre Allison Janney, de Mom e Kate Mulgrew, de Orange Is the New Black.

Já nas categorias de Drama, a surpresa não foi tanta, mais do que merecido Breaking Bad arrematou o prêmio de melhor série drama e no seu encalço veio o esperado prêmio - pelos fãs, eu creio - de melhor ator coadjuvante em drama para Aaron Paul, também de Breaking Bad. Acho que inspirado pela sua atuação em Clube de Compras Dallas e pelo caminhão de prêmio que ganhou, Matthew McConaughey, chegou com o mesmo espírito para interpretar o Rust em True Detective, assim, ele levou mais um, como melhor ator em drama.

Nas categorias de melhor telefilme ou minissérie, temos o filme gay - que ainda não vi, e-que-minha-namorada-quer-ver-só-por-causa-do-Matt-Bomer - The Normal Heart, com um elenco pesadíssimo pra garantir o prêmio de melhor telefilme, e também o reconhecimento de Matt Bomer dentro do filme, que levou o de Melhor ator coadjuvante em telefilme ou minissérie. Outro esperado pelos fãs é o de Melhor atriz em telefilme ou minissérie, para a nossa querida, Jessica Lange, de American Horror Story: Coven que anunciou sua aposentadoria da série no ano passado, devido a conflitos com a agenda e também pelo cansaço em seus velhos ossos. E não posso esquecer de Fargo que levou melhor minissérie e Billy Bob Thornton, ex-marido da Angelina Jolie, também de Fargo com o prêmio de melhor ator em minissérie ou telefilme. Confira a lista completa de ganhadores abaixo.

Comédia

Melhor série de Comédia: Orange Is the New Black (Netflix)
Melhor ator em comédia: Jim Parsons, The Big Bang Theory (CBS)
Melhor atriz em comédia: Julia Louis-Dreyfus, Veep (HBO)
Melhor ator coadjuvante em comédia: Andre Braugher, Brooklyn Nine-Nine (FOX)
Melhor atriz coadjuvante em comédia (empate): Allison Janney, Mom (CBS) e Kate Mulgrew, Orange Is the New Black (Netflix)
Melhor atuação de convidado em comédia: Uzo Aduba, Orange Is the New Black (Netflix)

Drama

Melhor série drama: Breaking Bad (AMC)
Melhor ator em drama: Matthew McConaughey, True Detective (HBO)
Melhor atriz em drama: Tatiana Maslany, Orphan Black (BBC America)
Melhor ator coadjuvante em drama: Aaron Paul, Breaking Bad  (AMC)
Melhor atriz coadjuvante em drama: Bellamy Young, Scandal (ABC)
Melhor atuação de convidado em drama: Allison Janney, Masters of Sex (Showtime)

Telefilme ou Minissérie

Melhor telefilme: The Normal Heart (HBO)
Melhor minissérie: Fargo (FX)
Melhor ator em telefilme ou minissérie: Billy Bob Thornton, Fargo (FX)
Melhor atriz em telefilme ou minissérie: Jessica Lange, American Horror Story: Coven (FX)
Melhor ator coadjuvante em telefilme ou minissérie: Matt Bomer, The Normal Heart (HBO)
Melhor atriz coadjuvante em telefilme ou minissérie: Allison Tolman, Fargo (FX)
Melhor telefilme ou minissérie animada: Archer (FX)

Variedades

Melhor reality de competição: Shark Tank (ABC)
Melhor reality: Cosmos: A Spacetime Odyssey (Fox/National Geographic Channel)
Melhor apresentador de reality: Neil deGrasse Tyson, Cosmos: A Spacetime Odyssey (Fox/National Geographic Channel)
Melhor Talk Show: The Tonight Show Starring Jimmy Fallon (NBC)

Especial
Louis XIII Genius Award: Ryan Murphy

Leia mais sobre Premiações

Resenha | O Vampiro Que Ri, Suehiro Maruo: um quadrinho muito além do grotesco

20 de jun de 2014
Título Original: The Laughing Vampire
Autor: Suehiro Maruo
ISBN.: 8576160455
Número de Paginas : 233
Restrição : Impróprio p/ Menores
Editora: Conrad

Mês passado li numa tacada só a HQ "O Vampiro que Ri", de Suehiro Maruo.
Antes de mais nada, preciso ressaltar que essa não é uma HQ com uma historinha qualquer. A capa preta, com um garoto estranhamente pálido e com os dizeres escrito "QUADRINHO ADULTO" ressalta que esse conto não é típico do circuito mundial à la Shonen Jump ou Marvel da vida. Porém, na orelha do livro diz que os originais desse quadrinho custam pequenas fortunas no Japão: acho que isso nos dá uma dica de que esse quadrinho não é uma publicação amadora.
Antes de mais nada, "O Vampiro que Ri" é uma obra escatológica de horror com pitadas de pornografia freak. Resumidamente, o mangá conta histórias de crianças de uma mesma escola e as narrativas se entrelaçam no decorrer do livro. E como mote principal temos uma das crianças, um garoto, que se transforma em vampiro. Primeiramente o modo como ocorre essa transformação já é nojento por sí só: uma velha vampira - corcunda, horrenda e com um sorriso doentil - rasga sua própria lingua e dá uma bela de uma escarrada sangrenta na boca do moleque, obrigando o garoto a beber o sangue de um vampiro. Assim, ele se torna um ser dependente (químico?) de sangue e ganha uma doença na qual sua péle se irrita com a radiação da luz solar. Ha! Mais uma história de vampiro, certo? ERRADO. Mas calma... Quero falar mais sobre o horror do quadrinho.

Eu não sou uma pessoa que se impressiona facilmente com cenas de violência. Tanto é que no começo do livro, a cena da velha cuspindo sangue, pra mim foi facilmente digerível. Mas conforme se vai lendo o mangá, a coisa vai ficando mais escabrosa, nojenta e a garganta começa a ficar cada vez mais apertada e inquieta. Com cenas de violência, autoflagelação, estupro e até uma banheira com bebês mortos (!) me fez ficar perplexo. Quando terminei de ler, fechei o livro, falei em voz alta "Mano! Qual é a necessidade disso?". Fechei o livro com a certeza de que "O Vampiro que Ri" foi, acima de tudo, feito para impactar; dar um tapão forte na nossa cara e em todo o moralmente correto tão pregado pelos belos salões aristocratas; feito para gritar um "foda-se" bem grande para a polidez encontrado nos outros tipos de arte.
PRA QUE ISSO?!

Mas a indignação que ficou na minha mente foi "A fim DE QUÊ? Porque o autor teve que apelar tanto?". Daí comecei a captar algumas dicas pra responder minhas questões: O autor do quadrinho, Suehiro Maruo, nascido no japão em 1956, não teve uma vida qualquer. Foi o sétimo filho de uma família pobre do interior do Japão, teve uma adolescência difícil, aos 15 anos foi preso por roubo. Mas hoje é o mais importante representante do mangá underground no mundo. Ou seja: pode ser que ele esteja querendo falar sobre problemas que ele vivenciou nessa vida dura. Algo sobre a nossa natureza. Algo sobre os lugares podres das nossas cidades. Longe da lei, longe do moralmente correto.

Devo ressaltar que essa temática não ocorre por acaso.Traços sangrentos e show de horrores... isso me fez lembrar de Yoshitoshi, um consagrado artista nipônico, que viveu o fim do feudalismo japonês, no fim do século 19. Notório na tradicional arte de xilogravuras, Yoshitoshi aos poucos foi saindo do padrão de desenhos e aflorando seu estilo, que entalhado em madeira representava cenas grotescas de suicídio e torturas sangrentas. Uma das razões de Yoshitoshi desenhar isso pode ser facilmente interpretada: ele representava a brutal mudança que a invasão dos povos ocidentais causou no povo japonês, com sua imposição cultural por meio da arma, acabando com grande parte da cultura japonesa, que hoje achamos tão bonitinha nos filmes de samurais. O retrato de um samurai se matando com um tiro de carabina, nos dá uma dica sobre isso. Yoshitoshi é o retrato da calamidade desse tempo. É o que ocorre por baixo dos panos gloriosos... Mas vamos voltar pra Suehiro Maruo.

Repaginei o livro, e reli a história da tal bruxa corcunda do sorriso frenético [não é spoiler!]: Ela não foi vampira a vida inteira, ela era uma pessoa normal, só que sua aparência horrível fez com que cidadãos achassem que ela fosse um demônio, um monstro. Então espancaram-na e enforcaram-na até a morte. Depois enterraram seu corpo. Porém, ela reviveu, e a partir daí começa sua vida como vampira risonha.

Quê? Como assim? Uma pessoa só se torna vampiro a partir da mordida de outro vampiro, não? O monstro que cria outro monstro.

Resposta errada!
E foi nesse momento que eu percebi a força do grito de Maruo em cada página, em cada sangue jorrado, em cada show de horror: Quem cria os vampiros somos nós, os "normais".

Se existe vampiro é porque o nosso ódio se extravasou em seres iguais a nós ao designá-los como monstros, simplesmente por terem certas diferenças fora do padrão. E por termos colocado-os em tal posição, eles resolveram vestir a camisa e realmente se tornarem monstros.. e sugar todo o sangue de todos aqueles que chutaram-no.

Suehiro Maruo quer mostrar as amantes do governador; quer mostrar o pobre que passa fome na mesma rua que passam carros de elite; quer mostrar o tio que abusa da sobrinha; quer mostrar o homem "correto" do bairro que bate na mulher dentro de casa. Quer mostrar a podridão por baixo das máscaras.

E porque a vampirada ri?

Bem, num mundo onde a insanidade é a lei as pessoas encontram a paz na amoralidade, na capacidade de rir da desgraça. Para não enlouquecer. E, como diz o prefácio: "E agora, como vingança, exibem a própria monstruosidade para aqueles que construíram as desgraças do mundo".

Não abra as páginas do Vampiro que Ri sem antes saber que você vai sair completamente desconcertado.

PS: Vale lembrar que o quadrinho tem muitas outras facetas e interpretações e tudo que escrevi aqui é MINHA opinião e você pode tomar qualquer outra conclusão diferente ao ler o mangá. Portanto: LEIA. :)

Leia mais Resenhas

Review | Game Of Thrones, 4ª temporada

17 de jun de 2014
Hey pessoal! Vamos falar um pouco da quarta temporada de Game of Thrones e, já avisando, tem muitos spoilers, porque esse post é uma análise comparativa da série com o livro. Então, aconselho que só leia o post se você já leu o quarto livro, "O Festim de Corvos" e já assistiu toda a quarta temporada.

Vamos começar lá do início da temporada, com a perca do controle dos dragões por parte da Daenerys, que se estendeu por toda a temporada no que se diz respeito ao seu personagem, e aqui, vem a primeira observação, isso não acontece no quarto livro, e sim no quinto, já que eu não sabia dessas coisas e já li o quarto livro. Então... Spoiler da telinha. Voltando aos dragões, um dos momentos mais emocionantes foi quando a Dany teve que acorrentar dois dos seus dragões, pelos atos de Drogon, o preto e mais rebelde, que está desaparecido e queimando crianças por Meereen.

Essa temporada foi uma vingança para os nortenhos. Primeiro temos a morte de Joffrey orquestrada por Petyr e Olenna Tyrell. Acho que no livro também são eles. Petyr faz um espetáculo a parte nessa temporada, mostrando-se o mais meticuloso e maquiavélico de todos. A morte do Joffrey foi digna de Martin. Com cenas fortes e um veneno implacável.

Um outro bom personagem que surgiu nessa temporada e não durou muito, foi o Oberyn Martell, príncipe de Dorne, que tinha uma vingança pessoal para cumprir contra os Lannisters, que na invasão de porto real, contra o rei louco, assassinaram sua irmã. Para tal, ele se lutou como campeão do Tyrion, que foi culpado pelo assassinato de Jofrey. Lutou contra Gregor Clegane, mas contra, A Montanha, não pode vacilar, a presunção de Oberyn foi sua ruína. A morte de Oberyn é a ponte para a quinta temporada com a chegada das Sepentes de Areia.

Essa temporada também foi de momentos políticos, como os problemas do trono com o Banco de Ferro, que sempre cobra as suas dívidas e a Daenerys tendo problemas com seus dragões e com escravos que não sabem fazer outra coisas, a não ser, serem escravos. Dany tem que medir esses conflitos e entender que governar não é apenas quebrar as correntes.

Ao lado disso, mais dois nuances no script original. O primeiro é a luta do Sandor Clegane, o Cão de caça, com a Brienne que nunca aconteceu nos livros e depois a Arya não matá-lo quando ele pergunta se ela ainda lembra onde fica o coração. No livro eu tenho a impressão - pois não lembro completamente -, que a Arya concede a misericórdia a Sandor. Depois de uma pequena consulta na enciclopédia "A Tormenta de Espadas" é constatado que Sandor nunca encontrou Brienne, mas a Arya deixou sim, o Sandor sangrando para morrer. E temos mais um spoiler também, a chegada de Bran à grande árvore coração e o encontro com o corvo de três olhos, também não acontece no quarto livro.

E depois de muitos conflitos e batalhas tivemos a consagração de Jon Snow, para quem não sabe ele é o candidato favorito a ser o Comandante da Muralha. Assim como, também tivemos momentos tristes com a morte de vários atores de suporte e as belas palavras do funeral dos vigilantes da muralha e também a queda de Ygritte, a beijada pelo fogo, e amor de Jon Snow. E seguido de perto temos a queda do império Lannister, se Joffrey compensa Robb Stark, Tywin Lannisster com certeza compensa Ned Stark. E ainda mais se foi morto por outro Lannister. É Tyrion, nós sabíamos que no fundo você era Stark.

A galera prometeu muito quanto a final da temporada, que seria a melhor de todas, mas não vi isso. Pra mim, que já li o livro, foi quase leal. Tirando algumas alterações, aconteceu exatamente como tinha que acontecer. Agora é esperar pra ver o que acontece. :)

Leia mais sobre Game Of Thrones

Séries | Flash, Constantine e Gotham.

15 de jun de 2014
Agora vamos falar de heróis. Se em muitas das vezes existe o receio de dar vida a grandes heróis dos quadrinhos no cinema, a TV não está nem aí e traz uma pancada deles para a sua programação.

Nascido de Arrow da The CW, um spin-off delicado de ser feito devido as habilidades do protagonista, e que veio na calada da noite, levantando algumas suspeitas e que, agora, não tem mais jeito, está chegando e rápido. The Flash, com direito a Run, Barry Run! Semelhante ao Run, Forrest Run. Mas vamos lá. Tem até uma participação especial do Oliver Queen no primeiro episódio. Você vai perder?
Seguido de pertinho, vem Constantine. Cotado para ser o chefe da Liga Justiça Sombria. John vem proteger os humanos dos seres que habitam a escuridão. Inclinado para o verdadeiro Constantine, o inglês e louro, a série introduz mais um dos heróis da DC na telinha. A série tem uma proposta bem diferente do filme com o Keanu Reaves em 2005.

Manolos, Gotham é de arrepiar, o encerramente do trailer é assim: "Antes de Pinguim, antes da Mulher-Gato, antes do Charada, existia Gotham!" A série não é apenas espetacular, como também uma grande oportunidade. A origem do Comissário Gordon, também é a origem do Batman, prevejo planos para um spin-off das primeiras aventuras do morcego. E aí sim, meu caro. A treta está armada.

Leia mais sobre Séries e TV

Séries | Ray Donovan e Stalker

Fala galera! Hoje temos dois trailers sensacionais. Pra quem não conhece apresentaremos Ray Donovan, que a gente aqui do blog acompanha e vindo com tudo por aí, também temos Stalker, proposta nova.

Ray Donovan é uma série linda da Showtime, com uma temática familiar pesadíssima. Que tem nomes como Liev Schreiber, o Dentes de Sabre e Jon Voight, também conhecido como, pai da Angelina Jolie e a pessoa que tirou o Globo de Ouro das mãos do nosso querido, Jesse Pinkman, de Breaking Bad. E está chegando por aí no dia 13 de julho.

Com nossa querida, Maggie Q, de Nikita e Dylan McDermott, do drama que não deu certo, Hostages. Estamos acostumados com McDermott, da primeira temporada de American Horror Story e em Invasão a Casa Branca, e da Maggie não precisamos nem falar, à tivemos como Nikita, a agente que se vira contra a sua agência de black-ops e nos arrasta com ela durante 4 anos. Essa dupla traz o centro ativo de Stalker. 
Leia mais sobre Séries e TV

Game of Thrones | Mais personagens e trilha sonora

13 de jun de 2014
Semana passada falamos de alguns personagens que estarão na 5ª temporada da série, entre eles, as serpentes de areia e mais uma galera de Dorne. Agora liberaram mais algumas descrições, acompanhe abaixo:

Varamyr: Apelidado de Varamyr, Seis peles na série de livros, o troca-peles dos selvagens inicialmente aparece em A Tormenta de Espadas, quando ele toma posse de águia do falecido Orell, e assume o seu papel de batedor, no exército de Mance Rayder. O livro descreve Varamyr como um homem pequeno, careca, de pele cinza e com ombros redondos. O show está supostamente procurando escalar um ator na faixa etária de 35-45 anos de idade. Não está claro qual é a posição que Varamyr vai assumir na quinta temporada, já que sua introdução nos livros ficou para trás na série.

Imogen: Uma menina loura de 12 anos. É especulado que isso pode ser a escalação para a jovem Cersei. Dado que não há Imogen nos livros, e ouvimos dizer que Game of Thrones está fazendo testes de meninas para o papel da jovem Cersei.

Menina morena: Com 12 anos. Não há nenhuma informação adicional sobre estepersonagem. Por possibilidades relacionadas com o livro, o nosso melhor palpite com relação ao papel é que seja, provavelmente, Melara, uma menina envolvida na história da jovem Cersei com a cartomante Maggy, a rã.

Também saiu a prévia da trilha sonora da quarta temporada, A prévia traz 30 segundos de todas as músicas. E você pode ouvir aqui. Destaque para o Ataque dos "Thenns" (Track #6) e para a emocionante "First Of His Name" (Track #8). Além de ter uma prévia do tema que dá título ao último episódio dessa temporada "The Children (Track #22).

Track list
1. Main Titles – 00:00-0:30
2. The Rains Of Castamere, performed by Sigur Rós – 00:30-1:00
3. Breaker Of Chains – 1:00-1:30
4. Watchers On The Wall – 1:30-2:00
5. I’m Sorry For Today – 2:00-2:30
6. Thenns – 2:30-3:00
7. Meereen – 3:00-3:30
8. First Of His Name – 3:30-4:00
9. The Biggest Fire The North Has Ever Seen – 4:00-4:30
10. Three Eyed Raven – 4:30-5:00
11. Two Swords – 5:00-5:30
12. Oathkeeper – 5:30-6:00
13. You Are No Son Of Mine – 6:00-6:30
14. The North Remembers – 6:30-7:00
15. Let’s Kill Some Crows – 7:00-7:30
16. Craster’s Keep – 7:30-8:00
17. The Real North – 8:00-8:30
18. Forgive Me – 8:30-9:00
19. He Is Lost – 9:00-9:30
20. I Only See What Matters – 9:30-10:00
21. Take Charge Of Your Life 10:00-10:30
22. The Children – 10:30-11:00

Lembrando aqui, que se a temporada quer impressionar o quanto estão mencionando por aí, ainda temos uma morte importante chegando.

Leia mais sobre Game of Thrones

#valarmorghulis

Booknews | Elas foram as compras #3

6 de jun de 2014
Esse é o último, pelo menos, por hoje. E lá vamos nós.

Gutenberg
The finisher, de David Baldacci.

Rocco
When Charlie McButton lost power, de Suzanne Collins.
A killing winter, de Tom Callaghan.
The secret place, de Tana French.

LeYa
Letting go, de Maya Banks.

Intrínseca
The revenant, de Michael Punke.
My true love gave to me, antologia de doze histórias de férias organizada por Stephanie Perkins.
Love May fail, de Matthew Quick.

WMF Martins Fontes
Far from you, da Tess Sharpe.
Hardwiring happiness: the new brain science of contentment, do neuropsicologista Rick Hanson.

Darkside
The warded man, The desert spear e The daylight war, de Peter V. Brett.

Leia mais sobre Livros

Agradecimentos ao Publishnews

Booknews | Editotas fazem a festa #2

E elas foram as compras...

Companhia das Letras
The Siren, de Kiera Cass

Paralela
Sinners on tour, de Olívia Cunning. Isso é a Paralela investindo em eróticos. A editora adquiriu os primeiros dois títulos da série Backstage Pass e Rock Hard.

Objetiva
The power of meaning, da  Emily Esfahani Smith

V&R
Hidden girl, de Shyima Hall e Lisa Wysocky

Figuratti
Flowers in the Attic, o primeiro dos cinco livros da Saga dos Foxworth, de Virgínia C. Andrews.

Fundamento
Blessed are those who thirst e Death of the demon, Anne Holt

Saraiva Negócios
The confidence code, das autoras do best-seller Womenomics, Katty Kay e Claire Shipman
The golden rules: an eleven-step plan for achieving everyday excellence, livro de Bob Bowman, treinador do nadador Michael Phelps, com jornalista esportivo Charlie Butler.

Leia mais sobre Livros

Ps. E mais uma vez, agradecimentos ao Publishnews

Booknews | Editoras brasileiras fazem a festa

Como fiquei bastante tempo longe, então tem uma pancada de editoras que compraram direitos de livros lá fora e vou usar esse espaço para dizer quais. Lembrando que esse post só é possível devido a contribuição das notícias do Publishnews e seu clipping.

Começando com um dos maiores grupos editorais de todos os tempos, o Grupo Editorial Record adquiriu direitos de publicação através da:

Record

Lou: a New York Life, de Will Hermes: Livro que traz a biografia de Lou Reed
Think Like a Freak, de Steven Levitt e Stephen Dubner. Segundo a Veja esse saiu pela bagatela de meio milhão de Dilmas $.$
Série Summoner, de Taran Matharu, lido mais de 3.7 milhões de vezes no Wattpad.

Bertrand

Sea of Hooks, de Lindsay Hill.

Verus

Breakable, de Tammara Webbers.

Outro aglomerado, agora é a vez das aquisições do Grupo IBEP.

IBEP

The lie, de Helen Dunmore.

Conrad

Louder than hell, de Jon Wiederhorn e Katherine Turman.

Nova na área, a Lazuli também foi as compras...

Lazuli

Fideliti, de Diane Brasseur.

Leia mais sobre Livros

Cinenews | Diretores para Liga da Justiça e Doutor Estranho

Como era esperado confirmaram Zack Snyder como diretor de Liga da Justiça, mas antes ele tem que dirigir dois dos filmes de super-heróis anteriores a liga. O Wall Street Journal confirmou que a Liga da Justiça vem com  Henry Cavill como Superman, Ben Affleck como Batman e Gal Gadot na pele da Mulher Maravilha.
Ainda falando de super-heróis, Scott Derrickson foi o escolhido da Marvel para dirigir o longa sobre o Doutor Estranho. A Marvel está com a cadeira de diretor vaga para o longa Ant-Man e ainda não se pronunciou quanto a substituição de Edgar Wright, que deixou a produção por "diferenças criativas".
Leia mais sobre Cinema

Cinenews | O Hobbit: Lá e de volta outra vez tem um nome novo

5 de jun de 2014
Pois é pessoal, a ausência aqui foi tão longa que até O Hobbit mudou de nome e não vimos, pois sem mais delongas, vamos ao que Peter Jackson disse sobre isso.

"A nossa viagem para fazer a Trilogia de O Hobbit tem sido como a de Bilbo, com caminhos escondidos sendo revelando seus segredos para nós, conformes caminhamos". "Lá e de volta outra vez" parece um nome adequado para um segundo filme de dois, de uma narrativa cinematográfica, sobre a recuperação de Erebor, quando a chegada e a partida de Bilbo, já foi contida no segundo filme. Mas com três filmes, o título pareceu deslocado, afinal, Bilbo já chegou "lá" em "Desolação de Smaug".

Quando nós fizemos a viagem de estreia no ano passado, tive uma conversa tranquila com o estúdio sobre a ideia de rever o título. Decidimos manter a mente aberta até que um corte do filme estivesse pronto para se dar uma olhada. [...] Depois de ver o filme, todos concordaram que não é um título completamente apropriado.

E então: "O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos" que é.

Como o professor Tolkien pretendia, "Lá e de volta outra vez" abrange toda a aventura de Bilbo, por isso não se surpreenda se você o vê-lo usado em um futuro box-set de todos os três filmes.

Antes disso no entanto, temos um filme para terminar, e muito a compartilhar com vocês. Tem sido um tempo de silêncio bom para nós [...]. Em breve será hora de pisar na luz. Espere ver e ouvir muito sobre O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos nos próximos meses.

E há também O Hobbit: A Desolação de Smaug Extendido, que estamos em fase de acabamentos, com mais de 25 minutos de novas cenas, todas com a música original composta por Howard Shore.

Vai ser um ano divertido!

Temos algumas contrações [...] no texto, mas nada que altere o seu conteúdo.

Até a próxima.

Leia mais sobre Cinema

Cinenews | Terminator, Jogos Vorazes e Star Wars VII

Sandrine Holt (House of Cards) e  Matt Smith (Dr. Who) entraram para o elenco de Terminator: Gesesis, reboot da franquia Exterminador do Futuro. Holt será a Detective Cheung, que prende Kyle e Sarah quando chegam em 2017. E Smith está cotado para ser um ator importante no final do primeiro filme e que esse personagem deve se desenvolver e virar algo maior no segundo e terceiro filme. Ele pode ser um ciborgue inimigo. :)
Nesse meio tempo - que fiquei ausente - entraram para o elenco Jason Clarke (O Grande Gatsby) como  John Connor, Jai Courtney (Divergente) como Kyle Reese, e Arnold Schwarzenegger no seu tradicional papel de ciborgue e a nossa queridinha Emilia Clarke que já estava escalada como Sarah Connor.

O filme é dirigido por Alan Taylor (Thor: O Mundo Sombrio) e tem a data de estreia marcada para 1º de julho de 2015.
--x--
Falando de estrelas em ascensão de Game of Thrones, nossa querida Brienne de Tarth, a donzela de Westeros, Gwendoline Christie, está juntando-se ao elenco de duas enormes produções. Primeiro ela vai substituir Lily Rabe em Jogos Vorazes: A Esperança, no papel de Comandante Lyme. E como se não bastasse, a atriz também juntou-se ao elenco do "nada esperado" Star Wars VII. Já que o tema aqui é estrela em ascensão, a bonitinha e ganhadora do Oscar por 12 Anos de escravidão, Lupita Nyong’o, também estará ao lado de Gwendoline na mega produção de J.J. Abrams.

Leia mais sobre Cinema

Cast News | Promovidos e o retorno dos exilados

Agora com um pouco do carter antigo da casa...
The Blacklist: Amir Arison, o técnico, Aran, foi promovido a regular na segunda temporada da série.

Arrow: John Barrowman está voltando para a série como regular na terceira temporada. Ele volta para seu papel de Malcolm Merlyn, que dizem as más línguas, vai treinar a Thea.

Supernatural: Nosso querido Misha Collins/Castiel está definido como regular na 10ª temporada da série. Mas ele não é o único... Mark Sheppard/Crowley também. Já era esperado depois do final da trama. Teremos o velho céu contra inferno mais uma vez.

Leia mais sobre Séries e TV

Cast News | Sleepy Hollow, Musketeers, Donovan, Under the Dome e SOA

4 de jun de 2014
Sleepy Hollow: Timothy Busfield (The Mob Doctor) vai ser "o primeiro americano", Benjamin Franklin. na primeira temporada Crane correu ao lado de George Washington, agora é a fez de outro grande fundador dos EUA. E também teremos mais do cavaleiro sem cabeça na segunda temporada, interpretado por Neil Jackson. Não que faça alguma diferença mostrar seu rosto, já que seu personagem não tem cabeça. E Matt Barr (Hatfields & McCoys) vai ser o caçador de recompensas, Nick Hawley.

The Musketeers: Para a segunda temporada da série que foi um sucesso da BBC One, Marc Warren (Mad Dogs) encara o papel de Conde de Rochefort, descrito como um aristocrata arrojado e com um talento persuasivo na luta com espadas.

Ray DonovanEion Bailey (Once Upon a Time) vai ser um carismático guru de celebridades que irá precisar da ajuda de Ray. Ao seu lado, vai estar Omar J. Dorsey (Rake) como Cookie Brown, um poderoso empresário da música, recentemente solto da prisão.

Under the Dome: Brett Cullen (Person of Interest) vai ser Don Barbara na segunda temporada da série, que é a adaptação do livro Sob a Redoma do mestre Stephen King. Don é pai de Dale Barbara (Mike Vogel), também conhecido como Barbie.

Sons of Anarchy: Uma nova xerife está chegando na cidade. Annabeth Gish (The Bridge) vai ser Althea Jarry, uma xerife experiente que vai trabalhar ao lado da SAMCRO, mas que tem artifícios para surpreender o clube. E Marilyn Manson, esse dispensa parênteses, também está chegando em Charming, ele vai ser um supremacista branco chamado Ron Tully, que ajuda Jax a expandir o poder da SAMCRO.

Leia mais sobre Séries e TV.
 
Bang Bang Escrevi | Todo conteúdo está sob a proteção da licença Creative Commons 3.0.